Suaposta

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Desabafo de fim de ano


Olá leitores, espero que todos tenham tido um ótimo Natal. Nesse meio de semana, que antecede mais um ano que está por vir, recebi uma queixa e preciso relatar a vocês. Quem enviou o foi o 4 anos Feliz Natal. O filho de Notation e Highland Daisy (Ghadeer) tem apenas uma vitória, em 11 saídas e explicou o motivo para o Cerca Móvel.

“Amiga, encontrei um local para soltar o verbo. Fui brindado com um nome festivo, tudo indicava que seria um craque, pois basta ver de quem sou neto. Porém, nada foi como os meus criadores e proprietários queriam.

Tentei correr o melhor possível sempre, mas não conseguia. Até que chegou meu primeiro Natal já em campanha, ou seja, no ano anterior. Trazia dois segundos lugares e, mesmo assim, não me deram folga nem no meu dia e muito menos na virada do ano. Não me chateei com isso, pois acreditava que todos os atletas trabalhassem tanto quanto eu, até que me surpreendi ao observar os noticiários.

Os nadadores, jogadores de vôlei e, principalmente, os jogadores de futebol, que ganham uma baba, tiram férias nesses dias. E quanto a nós eqüinos? O tempo nunca pára.

Não estou querendo entrar em greve, nem muito menos iniciar um movimento sindical para os Puros-Sangues Inglês, de forma alguma, pois adoro correr e os meus colegas também. Mas bem que merecemos melhores raias e uns prêmios mais justos para os nossos proprietários, possibilitando, ao menos, ceias de final de ano mais fartas.

Sim, não posso esquecer dos jóqueis, que às vezes exageram no chicote. Eles têm de entender que também temos os dias que não estamos muito a fim de correr, ora bolas. Ficar batendo na gente não vai adiantar de nada. Só vai fazer com que apareçam hematomas em nosso corpo.

Queria muito que o Papai Noel dos PSI pudesse ler este meu desabafo, para no próximo ano, quem sabe, os meus desejos e dos meus colegas eqüinos serem realizados. Deixar de correr, nem eu, nem meus amigos queremos, mas desejamos melhores condições de trabalho.

Não nego que fiquei com inveja depois de ter acompanhado a festa do Pellegrini dos nossos vizinhos argentinos. Por que eles podem e nós não? Está certo que a raia de grama de lá não é grandes coisas, mas a presença do público empolga qualquer atleta a querer sempre mostrar algo mais. Aliás, por que vocês acham que o Latency ganhou a prova portenha? Muito simples meus caros, por ele ser argentino e ter escutado os gritos de sua torcida.

Pois bem, tenho certeza que meus colegas eqüinos pensam como eu. Quero propor o seguinte: abrimos mãos das férias de final de ano com prazer, desde que tragam aos Jockeys Clubs mais crianças e adolescentes, que com certeza irão ficar impressionados com a nossa beleza e poderio locomotor.

Enfim, que 2008, um ano de eleições importantes nos dois maiores Jockeys Clubs do país, seja pródigo em renovação para os cavalos de corrida, afinal de contas, merecemos sempre o melhor, pois sabemos a quantidade de empregos (diretos e indiretos) proporcionamos pelo país afora.

Desde já, um grande abraço. Feliz Natal!”

Como vocês puderam observar, os nossos cavalos estão meio de saco cheio das coisas erradas que os cercam. Tomara que tudo melhore para eles e para nós em 2008. Um Feliz Ano Novo!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Brasileira faz ataque nuclear na Argentina




A programação do Gran Premio Carlos Pellegrini (G1-2400mG), realizada no último sábado, no Hipódromo de San Isidro, foi sem dúvida espetacular! Como jornalista, fotógrafa e fiel ouvinte dos cavalos de corrida, fiquei em êxtase, principalmente com a atuação de Eletro Nuclear (foto1) no quilômetro do GP Félix de Alzaga Unzué, quando formou a dupla para Misty Lady no Grupo 1.

Dias anteriores, como descrevi na última coluna, tinha ido assistir aos últimos galopes da potranca e dos dois potros brasileiros (Mr.Universo e Meu Rei) na pista de areia do hipódromo argentino. Na ocasião, não tive como não perceber o assédio dos cavalos estrangeiros (em especial, os peruanos) para com Eletro Nuclear.

A filha de Dodge e Maravilhas (Clever Trick), criada pelos irmãos Marcos e Mauro Ribeiro Simon, procurava não ser indelicada com os seus, digamos, fãs, porém não negou a chateação de Mr.Universo com a situação.

“Ele é muito tímido. Tentava disfarçar que estava tudo bem, mas dava para perceber que morria de ciúmes”, sorriu Eletro Nuclear.

O charme e a elegância da defensora do Stud Farda Vencedora foram, sem dúvidas, culpadas pelas atuações abaixo do esperado de dois corredores no GP Carlos Pellegrini, que o Cerca Móvel revelará com exclusividade para vocês leitores: o americano Al Kadir (que defendia interesses peruanos) e o brasileiro Mr.Universo. Lógico que vale ressaltar que, independente de tudo o que vocês irão ler agora, a vitória de Latency na carreira foi indiscutível.

Mas, vamos ao relato!

“Na noite de sexta-feira, anterior à grande corrida, estava me preparando para dormir e alguém bateu com força na porta do meu box. Fiquei um pouco assustada e perguntei quem era? Ninguém respondeu. Simplesmente, bateu com mais força. Levantei e fui me aproximando da porta, quando olhei pelas frestas, vi que era o Al Kadir (foto2), todo gracioso, querendo falar comigo.

Perguntei o que queria e ele respondeu que estava apaixonado por mim, que não conseguiria viver sem mim. Pedi para o cavalo se acalmar e que apesar de acha-lo atraente (ele usava algumas tiaras nos pelos localizados atrás da cabeça, que era um charme), já estava interessada em outro cavalo.

Nesse instante, senti o bafo do Al Kadir e percebi que ele tinha tomado algumas tequilas escondido. Ele tentou me agarrar a força e fiquei com muito medo. Quando ele me encuralou, fechei os olhos e fiquei aguardando o pior. Porém, para minha surpresa e alivio, nada mais aconteceu!

Abri os olhos e vi o Mr.Universo brigando firme com Al Kadir. Apesar de mais novo, o filho de Roi Normand e Trephine (Trempolino) conseguiu colocar o americano para correr e me salvar de um ataque.

Sendo que o episódio só foi terminar por volta das 5h30m da manhã e todos nós ficamos cansados. Al Kadir, nervoso como só ele, não aceitou o fato de ter perdido a disputa para um potro de 3 anos e preferiu não atuar na grande prova. Fez questão de não entrar no partidor e ainda demonstrou toda a sua força, quando quase machucou o jóquei que estava sobre seu dorso. Resultado, foi retirado pela Comissão de Corridas.

Mr.Universo, depois de ter lutado firme na madrugada para salvar a minha honra, também ficou desgastado e acabou atuando abaixo das suas reais qualidades. E eu, só perdi o páreo, porque praticamente não dormi e vivi momentos de extrema tensão durante toda a madrugada”,
revelou Eletro Nuclear por telefone na tarde de ontem, poucas horas antes de embarcar com Mr.Universo para os Estados Unidos, onde ambos irão dividir uma bela cocheira em Los Angeles, aos cuidados de Paulo Lobo.

Bem leitores, acredito que assim como eu, vocês tenham ficado boquiabertos com o ocorrido. Depois de não dormir durante toda a madrugada, na véspera de sua principal corrida, Eletro Nuclear ainda conseguiu manter a dupla para Misty Lady no quilômetro internacional, na marca de 53”27, apenas 20 centésimos acima do recorde de Locomotivo, que já dura 10 anos.

Sem dúvidas, a brasileirinha deverá “eletrizar” bastante nas pistas americanas. Boa sorte para os dois corredores!

HI SOCIETY - Rindo à toa está o cavalo Hi Society, que venceu no último domingo o GP Bento Magalhães (2400mA), a principal prova do turfe nordestino, realizada no Hipódromo da Madalena, no Recife. Por e-mail, o filho de Dark Brown e Sociedad (Restless Jet), criado pelo Haras Rosa do Sul, teceu os seguintes comentários sobre a corrida.

“Nunca neguei dos meus amigos que, diferente da maioria dos Puro-Sangue Inglês, eu prefiro o calor ao frio. Bastou me trazerem para o Nordeste, que eu confirmei na pista o que dizia. O ‘Bentão’ foi uma bela conquista, mas não me deu trabalho nenhum. Só espero que meus responsáveis leiam esta coluna, pois quero passar a tomar água de coco todos os dias, para manter o peso e ficar em forma para qualquer novo desafio.”

Como o campeão do Bentão 2007 teve o trabalho de nos escrever e contar como está após a vitória, vale destacar o pedigree dele. Hi Society foi o último filho produzido por Sociedad, tendo como irmãos: Imperatriz Rafaella (vencedora de Grupo 1 e colocada clássica), Frascatti (dona de duas conquistas em Grupo 3 e formou a dupla em Grupo 1) e Gary Stevens (vencedor de Grupo 2 e Listed Races). Parabéns Hi Society e curta bastante a água de coco nordestina (a melhor do mundo!).

NATAL – Um Feliz Natal a todos os amigos e leitores da coluna e vamos acompanhar de perto as emoções do GP Consagração (G2-2800mG), neste sábado, assim como o tradicional GP Natal (G3-1800mG) domingo, ambos em Cidade Jardim.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Brasileiros pretendem tocar pandeiro no tango argentino



Leitores, estou na Argentina desde a tarde de ontem e, pelo menos olhando o relógio, num primeiro momento, me senti no Nordeste, pois aqui segue a mesma hora da minha amada João Pessoa, porém não tem as praias maravilhosas que a minha “terrinha” proporciona aos seus moradores e visitantes. Mas, esqueçamos um pouco a Paraíba e voltemos aos cavalos de corrida, pois o Pellegrini se aproxima.

Do aeroporto de Buenos Aires até o Hotel, na Rua Corrientes, não tem como não sentir o clima do GP Carlos Pellegrini. No saguão do aeroporto, antes de pegar o táxi, um grande telão exibia cavalos (aqui caballos) correndo. Dentro do táxi, passando pelas ruas portenhas, avistei alguns muros com a descrição: “O Natal chegou mais cedo!”, por conta da realização da principal prova do Hipódromo de San Isidro.

Cheguei ao hotel, com um calor de 28º, até me sentindo um pouco ainda no Rio de Janeiro, e tratei de tentar localizar a esperança dos turfistas brasileiros: Meu Rei e Mr. Universo. Ambos estavam bem adaptados nas cocheiras reservadas aos cavalos estrangeiros em San Isidro, já haviam feito o reconhecimento da raia de grama e me garantiram que na quinta (hoje), nos encontraríamos.

Pois bem, hoje, às 5h40m estava no prado e conversei com os potros pessoalmente. A cocheira para os estrangeiros estava cheia de peruanos, alguns até bem comentados, como Al Kadir, que na realidade é americano, mas tem toda campanha no Peru.

Mr.Universo já havia sido escovado e estava uma pintura. Me recebeu com sorrisos. “Olá, fez boa viagem? Você perdeu uma boa foto ontem. Gostei da raia de grama, é mais dura sem dúvidas, mas estou pronto para qualquer disputa”, quando terminou de falar, chegou o treinador Selmar Lobo com João Moreira.

Passado um box, quem estava sossegado, deliciando-se com uma maça, era Meu Rei. Sem dúvidas, tratado como um verdadeiro rei por Dendico Garcia Tosta, que cortava a fruta e colocava na palma da mão para satisfazer o potro (foto).

“Adoro maça!”, ponderou em dizer o potro, que estava chateado comigo por saber que eu, como boa flamenguista, andei tirando um sarro dos corinthianos rebaixados. Mas juro leitores, não sabia que Meu Rei torcia para o clube paulista. Paciência!

Os dois potros entraram na raia. Mr.Universo, que vem de vencer o GP Derby Paulista (G1-2400mG), fez questão de sair bem na foto quando passou por mim, sob o controle de João
Moreira. “Bate logo que já vou sair”, falou me olhando (foto). Quando voltava para a cocheira, o filho de Roi Normand e Trephine comentou. “Estou me adaptando bem aqui, quem sabe não repetimos a foto de novembro”, referindo-se ao êxito em Cidade Jardim.

Meu Rei, confirmando que estava chateado comigo, passou e nem me deu bola. Apenas preocupou-se em fazer um bom exercício, pois era observado atentamente pelo proprietário Helio Biscaro.

Quando saía da raia, o surpreendi, fazendo uma foto dele com o proprietário. Mais relaxado e voltando as pazes, Meu Rei conversou comigo. “O tempo continuando firme, mantendo a raia leve, me favorece sem dúvidas. Só estou me exercitando para manter a forma. Quem sabe no próximo sábado, dou alegria aos corinthianos, fazendo a festa na raia argentina. Pois, ganhar deles, em qualquer gramado, é sempre satisfatório e lava a alma”, sorriu o potro, já entrando na cocheira.

Bem, tirando as diferenças futebolísticas, não posso negar que Meu Rei está coberto de razão: vencer dos argentinos, seja na grama de San Isidro, ou nos campos de futebol, é sempre um motivo a mais para vibrar.

Para não perder o “marketing” do GP Carlos Pellegrini (G1-2400mG), marcado para o próximo sábado, dia 15, aqui no Hipódromo de San Isidro, tomara que o Natal realmente tenha chegado mais cedo, mas ao som dos pandeiros e tamborins brasileiros.

PERUANOS

Quem levou uma grande torcida de Lima foi Dushambe, cavalo de 4 anos, pequenino, e que será conduzido por Pablo Falero. Ele entrou na raia todo convencido. “Viu que o Falero veio logo cedo apenas para me galopar. Quem vê tamanho, não vê coração! Os argentinos e brasileiros que se cuidem comigo”, falou olhando para mim.

ELETRO NUCLEAR

A potranca Eletro Nuclear vem chamando atenção. Única fêmea da cocheira dos estrangeiros, a pupila de Nilson Lima já começa a se acostumar com a badalação. “É difícil compreender a língua deles e também Mr. Universo, que está no box do lado, amendronta os mais afoitos”, entregou a castanha, que está preparada para atuar no quilômetro internacional, também marcado para sábado.

Fotos: Karol Loureiro, direto da Argentina

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

No embalo do amor




Prezados leitores, desculpem-me pelo atraso em colocar esta coluna no ar, porém compromissos inadiáveis e uma viagem distante me deixaram sem, acreditem, internet para que eu conseguisse publica-la. No mundo de hoje, onde até os cavalos se comunicam, não ter internet é, sem dúvidas, um caso inesperado, mas não vamos perder tempo e voltemos às minhas estórias.

Alguns de vocês devem estar lembrado do caso de amor entre Be Fair e Super Power, revelado pela jovem Be So Fair, filha da égua. Pois bem, nas últimas semanas, também no Hipódromo da Gávea, fui testemunha de um lindo momento amoroso.

No dia 24 de novembro, sábado, abrindo o programa carioca, três potros e três potrancas entraram na raia de grama para enfrentarem o quilômetro. Durante a apresentação dos mesmos, observei que Gran Moro passava cabisbaixo, assim como a tordilha Ritmo de Festa.

Pude escutar que o potro do Stud Barone pensava, em voz alta, “Ela não me quer mais, sou um bobo, mas não mereço isso. De hoje em diante, não vou mais amar ninguém e irei me dedicar exclusivamente ao trabalho.”

Instantes depois, uma bonita tordilha, de olhos marejados, deixava claro para mim que tinha escutado o que Gran Moro estava pensando. Como? Eu não sei leitores.

No decorrer da disputa, o potro filho de Monsieur Renoir e Chabeli (Señor Pete), de criação do Haras Campestre, não quis saber de nada. Foi para frente, encarou um forte duelo com Ptangel, que lhe provocava.

“Tu já era rapaz, a garota está me dando mole. Pode parar de correr atrás dela, que esse páreo eu já ganhei”, desdenhava o defensor do Stud Palura, para pertubar ainda mais a cabeça do jovem apaixonado.

Mesmo triste, Gran Moro não desistiu. “Pode ser que ela tenha desistido de mim, porém ainda a amo. Tentarei esquece-la e vou deixa-la em paz, mas vou torcer para que Ritmo de Festa consiga alguém melhor que você!”

Dito isso ao rival, tratou de dominar a corrida e, mesmo com a fisonomia triste, seguiu firme para disco de chegada, determinado a cumprir com seu objetivo: vencer a corrida e acabar logo com aquilo, pois trocaria de turma e não mais encontraria Ritmo de Festa.

Enquanto isso, acompanhava o train dos potros, em terceiro, a potranca Ritmo de Festa, que ouviu o diálogo dos ponteiros. “Eu o amo sim, ele é um bobo, mas o quero assim mesmo. Não posso abrir mão do que sinto”, ela pensava e corria ao mesmo tempo.

Faltando 300 metros para o disco, Gran Moro continuava pensando em voz alta. “Vou parar de amar, eu preciso! Não agüento mais sofrer. Quando a alazã lá da cocheira me olhar novamente, vou partir com tudo para cima dela. Tenho de me valorizar. Adeus Ritmo de Festa, agora eu não te quero mais!”, e disparou, pronto para obter a conquista e esquecer a sua amada de vez.

Sendo que caiu a ficha de Ritmo de Festa, que tratou de ir atrás de seu amado.

“Pare meu amor, eu te quero mais que tudo. Também fui uma boba em te tratar mal. Temos de parar com as brigas e viver o nosso romance com todas as nossas forças”, ela gritava e corria desesperada.

Mas Gran Moro não queria acreditar e permanecia firme na ponta, sem querer a aproximação da sua amada, foi quando ela deu um ultimato.

“Enquanto você pensava em voz alta, eu escutei tudo e compreendi que nada teria sentido sem você”, e numa atropelada sensacional, a tordilha emparelha com o amado e cruzam o disco empatados. Fizeram a alegria de diversos apostadores e saíram da raia muito mais apaixonados e prontos para continuarem com sua estória de amor.

Vale destacar que Gran Moro era favorito, enquanto Ritmo de Festa, filha de Patio de Naranjos e Ri à Toa (Hang Ten), criada pela Agropecuária e Haras Roll Ltda., era pule de R$ 8,60.

Os leitores devem estar se perguntando o por quê da briga do casal, correto?

Pois bem, a defensora do Stud Chico City II fez questão de explicar, antes de voltar para as cocheiras de W. Garcia Jr.

“Ele estava achando que eu andava saindo com PTangel. Na verdade, conversei com o potro uma ou duas vezes, por aqui, na Gávea, mas nunca tivemos nada. Gran Moro não queria acreditar em mim e isso me irritava profundamente, pois nunca dei motivo para tamanha desconfiança. Perdoei ele, porque vi o PTangel inventando estórias e também porque ainda o amo”, declarou a tordilha, que fez festa naquela tarde, com o seu amor.

ARGENTINA – Na próxima coluna, como estarei na Argentina, tentarei uma exclusiva com os brasileiros que tentam vencer o GP Carlos Pellegrini (G1-2400mG), são eles Mr.Universo e Meu Rei. Aguardem!
Foto: Gerson Martins